Agora os erros freqüentes 2, 3 e 4, para ampliarmos um pouco mais a discussão, até porque é importante analisarmos as complementações que cada caso apresenta no nosso dia-a-dia. Só um lembrete: as soluções apresentadas são do autor do livro, muitas delas, a meu ver, dicutíveis e até mesmo impróprias à nossa realidade local. Mas vamos às discussões:
Erro Nº 2. Escolher uma agência de publicidade que tenha experiência no que não se necessita.
Para evitá-lo: Verifique a experiência que têm as diferentes agências de publicidade candidatas com produtos e serviços que são comercializados da mesma forma que os produtos e serviços de sua empresa.
Erro Nº 3. Querer fazer muito com pouco dinheiro.
Para evitá-lo: Estude os casos de publicidade que tiveram êxito. Veja o que foi obtido e quanto custou - e depois seja cético. Como as empresas e agências costumam publicar seus acertos de mais êxito, é prudente supor que os resultados exibidos representam o máximo que se obtém com o dinheiro investido.
Erro Nº 4. Pretender que o anunciante faça grande parte do trabalho da agência.
Para evitá-lo: Lembre-se que a medida de capacidade de um executivo é a qualidade ou quantidade de trabalho que pode obter com os subalternos ou fornecedores. E lembre-se de que nada substitui a objetividade da agência. A esse respeito há uma citação útil: "O advogado que se encarrega de sua própria defesa tem por cliente um tolo".