Erro Nº 20. Não aproveitar as vantagens específicas do meio de comunicação, especialmente a televisão.
Para evitá-lo: Se a mesma mensagem aparecerá em diversos meios, assegure-se de que os anúncios para a imprensa e os comerciais para a televisão sejam redigidos por pessoas peritas no respectivo meio de comunicação.
Erro Nº 21. Não aproveitar a qualidade intrínseca do produto, serviço ou companhia.
Para evitá-lo: A agência deve buscar estudar cuidadosamente o produto, serviço ou companhia. A agência tem a vantagem de ser objetiva.
Erro Nº 22. Promover as vendas da concorrência.
Para evitá-lo: Desenvolva um benefício competitivo claro, estabeleça uma imagem distinta ou desenvolva uma boa estratégia de posicionamento.
Erro Nº 23. Conceder mais importância ao gosto do presidente da companhia que à criação de anúncios eficazes.
A agência pode evitar esse erro cingindo-se a políticas apropriadas. O anunciante o evita estabelecendo uma medida objetiva da eficácia do anúncio. As atitudes éticas firmes ou o amor-próprio ajudarão alguns a evitá-lo. Outros poderão guiar-se por aquilo que pareça eficaz a longo prazo - ou inclusive pelo que mais benefície sua saúde mental e física.
Erro Nº 24. Desconhecer as limitações das pontuações Starch.
Erro Nº 25. Não medir objetivamente a eficácia da publicidade.
Para evitá-lo: Decida a maneira de avaliar a publicidade antes de qualquer apresentação.
Erro Nº 26. Manejar a mala direta por si mesmo, sem se valer dos indispensáveis peritos.
Para evitá-lo: Lembre-se de que a mala direta não é necessariamente barata. Especialmente se se anexa um folheto. Os peritos podem reduzir os custos e aumentar as respostas.
Erro Nº 27. Acreditar que a publicidade é mais poderosa do que é.
Para evitá-lo: Verifique o que se necessita para alcançar o êxito na publicidade.
Noutra oportunidade veremos as 20 perguntas-chave que a agência deve fazer para o anunciante e as perguntas-chave que o anunciante deve fazer acerca das recomendações da agência.